segunda-feira, 13 de abril de 2009

Buda de chupeta


A coleção de macacões, bodies e camisetas para bebês e crianças da Sementeira está linda!



A marca, que é toda inspirada na yoga, tem uma preocupação constante com a sustentabilidade, conforto e qualidade, além de sempre passar mensagens positivas em suas estampas diferentes e exclusivas. Nada mal para ir passando valores importantes para seu filhote desde bebê!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Feliz Páscoa!!


Desejo uma Páscoa de renovações, de paz, de vida!




foto: Carol B

Experiência: carregando um bebê com paralisia cerebral no sling

A experiência de uma mãe durante o primeiro ano de seu filho.
Por: Andrea Biestro.

Devido à uma hipoxia no nascimento, nosso filho tem paralisia cerebral, que causa um atraso em seu desenvolvimento. Carregar uma criança que demora mais em alcançar simples avanços como sustentar a cabeça, sentar ou rolar pode ser um grande desafio. O pouco tônus muscular é constante em nosso filho, ainda que temos experimentado alguns momentos melhores; algumas coisas dificultam a colocação do bebê no sling, mas com prática conseguimos uma melhor maneira de fazer isso. Assim mesmo, diferentes slings têm se adequado à diferentes etapas do crescimento de nosso filho. Aqui apresento nossa experiência levando nosso filho com os carregadores de bebê que temos: Sling de argolas (ring sling), Rebozo (uma espécie de sling com nó), Fulares (wrap) e carregadores de bebê de inspiração asiática. Esperamos que isso ajude outras pessoas que tenham filhos comnecessidades especiais. Levar nosso filho no sling nos proporciona a alegria e o privilégio de tê-lo junto de nós. Já que nosso filho não pode se mover de maneira independente como para explorar o mundo, levá-lo no colo nos ajuda a mostrá-lo a natureza, as atividades domésticas, jogos, esportes, pessoas e muitas outras coisas.
É muito importante falar que a segurança é prioridade quando se usam carregadores de bebê, e suas comprovações uma norma, quando falamos de uma criança com alguma deficiência, isto deve ser enfatizado ainda mais. Sempre se pergunte: “Isto é comprovado?”, e se não há resposta, pergunte-se novamente. Vale a pena.
OS PRIMEIROS 3 MESES
Sling de argolas: se demosntrou muito útil nos primeiros meses já que o colocávamos em posição de berço e era cômodo, quentinho, e juntinho de nós o tempo todo. Sua terapeuta também apoiou a eleição deste carregador de bebê, já que nosso filho tinha uma hiperestensão da coluna (a bacia virada para trás). Carregá-lo numa posição mais curvada o ajudou nestes primeiros meses, pois a postura natural da coluna do bebê é exatamente curvada. A bolsa também nos ajudou com a posição de “rã”.Fular: O fular foi a salvação durante estes meses também, já que podíamos usar um rebozo para posições de berço, ou fulares maiores para posições de “rã” ou berço (com nó em ambos os casos), o tecido podia se ajustar para sustentar sua cabeça (ele não teve controle do movimento da cabeça até os 9 meses).Carregadores asiáticos: nosso promeiro Mei tai foi um Sachi*, que adoramos. Usávamos em posição de rã, sempre assegurando de que formava uma cadeira, e de que o bumbum estava mais baixo do que os joelhos, já que isto proporcionava a curvatura da coluna que nosso filho precisava.
DE 3 A 9 MESES
Slings: ainda muito úteis na posição de rã, mas como nosso bebê cresceu e era cada vez mais capaz para ver o mundo começamos com os cangurus. Ele gostava de ficar com os pés livres, assim que nos assegurávamos de que o tecido cobria bem sua coluna, abaixo do bumbum até suas pernas. Esta posição ajudava no controle de sua cabeça, porque ele fazia esforço para ver as coisas que lhe chamavam atenção. As posições de cadeirinha não nos foram úteis já que ele era muito atônico para elas (tonicidade muscular). Fular: Como no sling de argolas, ideal para posição barriga-com-barriga, mas quando ele queria ter uma melhor visão do mundo o levávamos com na posição de frente olhando para fora. Sempre nos certificávamos de fazer a cadeira para ele de forma que suas pernas formassem um ângulo de 90°. Testamos posições nas costas, mas sua falta de tônus deixou muito difícil de conseguir uma boa posição e ajuste, assim evitamos esta posição neste período.Nota: Em ambos, sling de argola e fulares, as posições olhando para a frente não foram muito cômodas para nós pais, assim, depois de certo tempo voltavam para a posição barriga-barriga dando um descanço na coluna antes de voltar à posição olhando pra frente. Carregadores Asiáticos: Neste periodo foram nossos salva-vidas!!! As posições altas nas costas foram um alívio, já que eram mais fáceis de conseguir com mei tais do que com fulares. Nosso filho adorava olhar sobre nossos ombros, e era tão confortável para nós! Como nosso menino não tinha o controle da cabeça e era alto, o comprimento de um mei tai pequeno não conseguia sustentar a cabeça, que normalmente caía para trás em posições tanto na frente como nas costas. A solução foi utilizar mei tais com corpos maiores.
DE 9 A 12 MESES
Sling de argolas: Como nosso filho está mais pesado agora (seu peso sempre está abaixo de qualquer percentil), carregá-lo em um só ombro não é tão incômodo para longos passeios. Ainda utilizamos muito, sobretudo porque as posições de cadeirinha estão começando a ser mais cômodas para nós já que o controle da cabeça e tronco do bebê são melhores. Para dentro de casa ou para ir à um local próximo ainda é nosso porta-bebês preferido. Fular: Finalmente estamos conseguindo posturas da coluna com eles porque o controle da cabeça de nosso filho nos permite mais tempo para amarrar e assim conseguimos um ajuste adequado e seguro. Fulares e Rebozos longos têm sido os porta-bebês mais cômodos para nós pelas múltiplas formas que se distribuem o peso do bebê homogeneamente, por isso estamos sensibilizados e preferindo este num aspecto geral.Carregadores de bebês asiáticos: agora podemos dobrar a parte superior do porta-bebê para colocar seus braços de fora, ou para oferecer-lhe uma vista sem obsáculos. O controle de sua cabeça já o permite.
OBSERVAÇÕES: Levar um bebê que já tem um controle da cabeça faz uma grande diferença pra nós! Ele é perfeito para posições nas costas. Ele também está gostando quando o colocamos em cima (antes irritava-se), mas é muito importante por razões de segurança (sabemos no que implica colocar um bebê num carregador contra sua vontade). Nosso terapeuta adora os carregadores, porque formam uma cadeirinha para nosso filho, ajudando-o a manter suas pernas em um ângulo de 90°. Inclusive quando o carregamos sem o porta-bebês, nos é aconselhado a sustentar suas pernas de forma que se dobrem (usando ambos os braços, um para sustentar o corpo e outro abaixo dos joelhos), porque isso envia uma mensagem ao cérebro de como deve comportar-se enquanto está sentado, e seus músculos se acostumam a estar na posição correta. Assim os carregadores de bebê verdadeiramente nos têm ajudado, permitinso que nossas mãos estejam livres, sem nos cansar e podemos ter nosso bebê por perto enquanto fazemos outras coisas.
*Sachi: marca de um Mei Tai.
Fonte: Red Canguru - Associação Espanhola para o Incentivo ao Uso dos Carregadores de Bebê, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em novembro de 2008, com a finalidade de incentivar o uso de carregadores de bebê entre mães, pais, e qualquer pessoa interessada, difundir informação relacionada, servir como contato e apoio para pessoas que desejam iniciar no mundo dos carregadores de bebê, incentivar o encontro e intercâmbio de informações e experiências entre usuários, aumentar o nível de conhecimento sobre carregar bebês em espanhol e incentivar e difundir a criança com afeição. Para maiores informações sobre o tema visite: www.redcanguro.org
Artigo original em: www.thebabywearer.com
Tradução do espanhol: Andreza Espi/Mania de Sling by Dida.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Mel Lisboa slingando no Rio


Bom exemplo de como levar o bebê: bem apertadinho contra o peito da mãe, com as perninhas dobradas num angulo de 90 graus, como um sapinho.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

nomes de bebes

Ainda nao escolheu o nome do seu baby, ou quer saber o significado do nome que voce escolheu, ou ainda, quer fazer uma consulta numerológica para saber a influência do nome na personalidade dele(a)?

Descubra o significado, origem e curiosidades de mais de 1500 nomes de bebe em NOMES de BEBES!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Reportagem tendenciosa na VEJA irritando todo mundo!

O sling esta na moda, e como tudo o que entra na ‘moda’, esta também na ‘berlinda’. É preciso ter muito cuidado e filtrar muito bem o que se lê na imprensa sobre ele, pois ainda há muita ignorância no que diz respeito ao seu uso e, principalmente, à sua segurança. Mesmo alguns médicos, no Brasil, ainda não conhecem o sling e dão opiniões infundadas e leigas sobre ele. Infelizmente, os jornalistas não se dão muito ao trabalho de pesquisar fontes confiáveis sobre o assunto, como produtores e estudiosos do assunto, resultando em matérias vazias, e geralmente com informações incorretas. No último domingo, a revista Veja fez uma reportagem tendenciosa e errada sobre artigos de bebê.

Os fabricantes sérios de slings ficaram muito irritados com o texto da matéria, e com a foto, que exibia a cantora Claudia Leite com um carregador de bebe tipo ‘bolsa’, chamando-o de sling. Há uma grande diferença entre os tipos de carregadores, cada um tem suas especificidades, e cada um tem defeitos e/ou benefícios individuais.

Como diz a Tatiana Gama, da MaeGuru, “nem sempre quem escreve as reportagens sobre slings realmente sabe ou tem uma base sólida de conhecimento com relação aos slings. O ‘achismo’ de muitos jornalistas é por muitas vezes incoerente e não fazem uma pesquisa REAL sobre o sling para escrever sobre ele”.

A Carla Schultz, da Carinho de Pano (http://blogdopano.blogspot.com) também escreveu um artigo indignado em seu blog que eu reproduzo abaixo:

A revista Veja me irrita!
"Tá, não é só ela. As revistas, os jornais, os programas de televisão adoram falar sobre o que não sabem e colocar opiniões de especialistas que simplesmente desconhecem o assunto.

Hoje saiu uma reportagem no "Guia Veja" com o título de Eco bebês.Fala de roupas orgânicas, tummy tub, mamadeira sem bisfenolA, fraldas de pano, umas bobajadas de capacete e walkie talkie (venho falar desse depois, ou no blog pessoal, não decidi ainda) e... adivinha? O assunto da moda, o sling, não podia ficar de fora né? Explica o que é, fala da vantagem de ter o bebê em contato e diz que "ele teria ainda um efeito calmante sobre os bebês mais chorões".
E transcrevendo:
O que diz quem usa: É prático e confortável nos primeiros meses do bebê. Quando ele fica maiorzinho, por volta dos 10 meses, é preferível usar o canguru, que deixa braços e pernas livres.O que dizem os especialistas: a partir de 1 ano de idade, a criança fica mais inquieta e existe o risco de queda. O sling não deve ser usado por longos períodos - o máximo recomendável é uma hora por dia. Mais do que isso aumenta o risco de lesões na coluna da mãe.E ainda ilustra com uma foto da Claudia Leitte carregando o bebê num carregador que não é exatamente um sling. É uma espécie de bolsa que não é fresquinha, não molda com perfeição o corpinho do bebê e ainda dificulta o fluxo de ar que o bebê respira (vou traduzir um estudo que existe sobre esse carregador e posto aqui).
O que eu digo: 1 - Em nenhum momento o canguru é melhor que o sling. Obviamente eles não sabem do que estão falando. Está bem claro que não sabem da diversidade de posições que o sling permite. 2 - Especialistas em que mesmo? Se o sling for utilizado corretamente (e produzido com materiais adequados) não existe o risco de queda. 3 - Bebês precisam ser carregados durante muito mais do que uma hora por dia. Principalmente os mais novinhos. E para carregá-los, é muito mais prático, confortável, seguro e ergonômico carregar no sling. Que loucura! Parece que existe um complô de alguns jornalistas contra o sling. Mas é apenas o medo do desconhecido que faz com que falem essas bobagens. Uma pena... pois ao meu ver, quando um jornalista publica algo deve ter certeza do que esta falando, pra não reforçar conceitos errados que existem por aí." POSTADO POR CARLA SCHULTZ ÀS 12:30 em seu blog (http://blogdopano.blogspot.com)

Agora leiam também o que a Tatiana Gama, do MaeGuru, complementa sobre o uso do sling e pondera o texto da Veja com as palavras de uma mãe que teve seu bebê salvo pelo uso do sling:

Reportagem na VEJA me irritou!
Assim como irritou amigas minhas também fabricantes de slings.
Pessoas queridas, nem sempre quem escreve as reportagens sobre slings realmente sabe ou tem uma base sólida de conhecimento com relação aos slings. O "achismo" de muitos jornalistas é por muitas vezes incoerente e não fazem uma pesquisa REAL sobre o sling para escrever sobre ele.
Antes de enumerar as questões eu friso: SLING É TODO CARREGADOR DE PANO. EXISTE O SLING DE ARGOLA (RINGSLING), O POUCH SLING, O WRAP SLING, O MEI TAI, O REBOZO, O PODEAGI, A CAPULANA, A KEPINA...

1) É prático e confortável desde o nascimento até quando você der conta de carregar! Meu bebê já está com 2 anos e não vou aposentar meu wrap sling nem tão cedo! O canguru tradicional exerce pontos de pressão na região pélvica e cervical do bebê e forçam uma abertura das pernas de uma maneira errada, elas se abrem penduradas e retas. Elas devem estar sempre com o joelho alinhado ao quadril do bebê para não exercer a pressão errada e assim fazer a abertura correta. Isso é o que o sling faz e o canguru não faz, ele mantém a perna do bebê na posição alinhada, sempre! Outro problema que o canguru pode acarretar no bebê é o deslocamento do quadril, exatamente por conta da posição das pernas. Além disso, quando ele estiver mais pesado as tiras finas se tornam extremamente desconfortáveis para os ombros e costas de quem carrega. O sling também deixa braços e pernas livres, tanto do bebê quanto da mãe!! Existem diversas posições no sling!

2) Risco de queda? Mesmo com o canguru ocorre risco de queda! Até mesmo a criança no chão ocorre risco de queda! Agora, quem for comprar um sling de argola tem que estar atento ao material utilizado nas argolas! Já postei aqui anteriormente sobre as
argolas. Tem que observar as costuras regularmente de todos os slings que são costurados, pois podem ocorrer quebras de pontos e descosturar um pedaço que pode vir a abrir. Mas isso é facilmente resolvido ao se costurar de novo. Porém o uso de argolas inadequadas NÃO É FACILMENTE RESOLVIDO, POIS O ROMPIMENTO DE UMA ARGOLA IMPRÓPRIA PODE ACARRETAR A MORTE DO BEBÊ. Mas a culpa não é do sling e sim do fabricante que usou a argola errada. Mas, novamente, até explicar que fucinho de porco não é tomada...

Um sling de argola, feito com argolas seguras, salva a vida de um bebê, pois tenho um relato de uma amiga, fabricante e usuária de sling, que escorregou e se não fosse pelo sling, o bebê dela teria se machucado feio! Ela está toda machucada! Eis o seu relato em uma comunidade do Orkut da qual fazemos parte: "Umas duas semanas atrás EU caí com o Gabriel dentro do sling. Se não fosse o sling ele teria machucado a cabeça! Isso só serviu para eu acreditar mais ainda na segurança das argolas que eu uso. Apesar de eu estar com o joelho doendo até hoje, ele não sofreu nenhum arranhão porque o sling segurou ele (eu caí de 4 numa descida porque minha sandália saiu do pé e eu escorreguei)." Marília Mercer, do SLINGURU (http://slinguru.wordpress.com)

3) Não pode ser usado por longos períodos? Mais que isso aumenta o risco de lesões na coluna da mãe? Lesionada fico sem o sling! A força que NÓS MÃES, fazemos quando estamos com um bebê nos braços é muito maior do que quando eles estão no sling. E usando o sling da maneira correta não se lesiona nada. O que ocorre é que muitas mães se adaptam melhor a um tipo do que ao outro. Eu mesma não me adaptei ao ringsling, mas com o wrapsling eu sou mais que adaptada!
O canguru tradicional força sim a coluna da mãe, o sling não!

Eu tenho hiperlordose, minhas costas na gravidez quase me mataram (eu estava um C invertido), eu usei o meu sling praticamente 24h, tirando muitas vezes só pra trocar as fraldas, tomar banho e dormir (no berço/cama), pois não tinha ninguém para me ajudar em casa e com a filha mais velha. Com o bebê no sling, ali mesmo ele mamava, dormia, arrotava, conversava e tinha suas necessidades atendidas. Pude fazer as tarefas de casa e dar a atenção à filha mais velha em suas brincadeiras e lições de casa.

E outra, nem sempre podemos contar com a força dos papais para nos ajudar a carregar os pequenos.

Sling não vicia bebê no
colo da mãe. É mais fácil a mãe viciar em ter o bebê no colo! Quando eles atingem uma determinada idade, eles querem fazer suas descobertas, ganhar o mundo, isso por volta dos 9 meses. Mas sempre acabam querendo o colo, o aconchego da mãe e novamente entra o sling. O bebê fica perto da mãe, a mãe continua as atividades e ainda dá a atenção necessária para seu bebê.

Os
benefícios tanto para a mãe quanto para o bebê são tantos!

Senhores Jornalistas, a próxima vez que forem fazer uma reportagem sobre slings, estudem, pesquisem, se informem para poder informar as pessoas corretamente!

E o carregador usado pela Claudia Leite na reportagem não é um sling, é um carregador apenas, assim como o canguru.
Postado por MãeGuru Baby Wrapsling Por Tatiana Gama às 09:09 em seu blog http://maeguru.blogspot.com
Portanto, queridos pais, tenham cuidado com as informações que chegam até vocês!

sexta-feira, 27 de março de 2009

CineMaterna no Rio de Janeiro


CineMaterna pega a Ponte Aérea e vai iniciar suas sessões na cidade do Rio de Janeiro!


O lançamento será em abril, em uma sessão para convidados do cadastro da CineMaterna. Se você é da cidade, cadastre- se até o dia 22/03 para concorrer a um convite: http://www.cinematerna.org.br/cadastro/


As sessões serão às quintas-feiras, 14h, no Unibanco Arteplex Botafogo. Os filmes serão escolhidos por enquete pelas mães cariocas cadastradas.


Ajude a divulgar esta notícia!